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A estratigrafia é tida como essencial por fornecer inferências cronológicas, permitindo reconhecer, nos entulhamentos, as condições morfogenéticas e, através das discordâncias, as fases de instabilidade ou alternâncias climáticas.

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A sistematização de tais informações é feita por meio de tratamento gráfico-estatístico, com vistas à caracterização cronológica dos depósitos (perspectiva histórico-geológica) nos diferentes compartimentos.Como exemplo, o sedimento resultante da erosão de um maciço granítico será rico em feldspato se a decomposição química tiver sido fraca; ao contrário, a ausência de feldspatos, convertidos em material argiloso, indica um clima quente e úmido.Os caracteres granulométricos permitem inferências sobre a energia do relevo e o meio climático contemporâneo.Portanto, o conceito de formação superficial assume maior abrangência por incorporar materiais resultantes da alteração , o que difere da perspectiva oferecida pela noção de estrutura superficial, que tem por princípio oferecer subsídios à reconstrução evolutiva do modelado.Outro aspecto digno de nota é que enquanto o estudo das formações superficiais tem sido tratado com objetivos distintos pelas diferentes especialidades (principalmente geologia, geomorfologia e pedologia), o que dificulta a adoção de um conceito comum, o estudo da estrutura superficial, parece ser exclusivo do geomorfólogo.Permite, assim, o prognóstico de impactos, considerando a relação existente entre a rocha e o material sobrejacente.

Constitui-se também em componente para o estudo da potencialidade natural de determinada área, a exemplo de uma rocha básica, que quando alterada , com certeza influenciará no depósito correlativo através de determinadas características que se assemelhem ou que resultem de suas condições físico-químicas.

É importante ressaltar que a estrutura superficial deve ser levantada nos diferentes compartimentos que integram o estudo, para que a reconstrução paleogeográfica seja a mais fiel possível.

Para Ruhe (1975), a análise da estrutura superficial deve fundamentar-se em medidas e descrições da seção transversal de uma vertente, incluindo a identificação de elementos como: cor, textura, estrutura, consistência, reação química do material e outras observações consideradas relevantes.

Sobre a paleogeologia, os autores observam a presença de fósseis, como indicadores do meio em que se deu a acumulação do material: marinho, lacustre, continental, proporcionando subsídios sobre o clima contemporâneo.

Os paleossolos são testemunhos diretos da ação de um sistema de erosão sobre as rochas.

Ab´Sáber (1969, p.4) ressalta que custou muito para se compreender que as bases rochosas da paisagem respondem apenas por uma certa ossatura topográfica, e que, na realidade, são os processos morfoclimáticos sucessivos que realmente modelam e criam feições próprias no relevo.